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O Google+ no Brasil
Por Rodrigo Dantas

08 de Janeiro de 2013

O Google+ não é uma Cidade Fantasma como dizem, e sim um Gigante Adormecido. Com cerca de 150 milhões de usuários ativos no mundo, a rede social pode ser um ótimo negócio também no Brasil. A presença do Google em ferramentas como YouTube, Google Maps e Gmail fazem da rede social uma Máquina de Engajamento Social.
O Google+ não é uma Cidade Fantasma como dizem, e sim um Gigante Adormecido. Com cerca de 150 milhões de usuários ativos no mundo, a rede social pode ser um ótimo negócio também no Brasil. A presença do Google em ferramentas como YouTube, Google Maps e Gmail fazem da rede social uma Máquina de Engajamento Social. O Google+ é uma ferramenta fantástica. Tem um design diferente da maioria das redes, uma usabilidade incrivelmente funcional e conta com a mais pura inteligência artificial para conectar mundos, pessoas e produtos. Quando foi lançado em 2011 criou-se uma ansiedade orgânica na rede para conseguir um convite. Eu lembro bem disso. Fiz questão de pedir pessoalmente ao VP de Publishers da Boo-box, o Interney, um convite da rede. Entrei naquilo que parecia a maior evolução das redes sociais do mundo. Pô, era o Google! E até cheguei a me achar importante já que a maioria dos meus amigos não tinha o tal convite. O Facebook na época já era uma grande realidade por aqui, crescia vertiginosamente com o “efeito manada” vindo do Orkut. Com o Facebook em alta e o Orkut em baixa: o que sobraria para o Google+?

Diversos fatores complicaram a estréia e evolução no país. O fator Facebook no Brasil foi decisivo, Mark Zuckerberg atrapalhou e muito a nova rede. Eles absorveram muita gente migrando do Orkut, que era a maior rede no Brasil, criaram um modelo de games único no mundo que ajudou a “catapultar” o sucesso entre os early adopters e a ferramenta de buscas de amigos era excepcionalmente funcional. Era criada então a necessidade de estar no Facebook. E era tarde para o Google+. E ter que atualizar 3 ou 4 redes era realmente impraticável. Por que usar outras redes, se todo mundo, inclusive as empresas, estavam no Facebook? Até filme no Oscar eles tinham...

Tomando como exemplo a minha experiência e de alguns amigos, tem uma coisa de timming aí. O Google+ chegou num momento difícil estrategicamente falando. Não podemos prever nem se a possível entrada dele antes do Facebook em 2004, teria sido melhor. No mundo o Google+ possui cerca de 150 milhões de usuários ativos, isso equivale a 1/3 dos usuários ativos do Facebook, segundo dados da Experian Hitwise, ferramenta líder global de inteligência digital da Experian Mundial. Olhando por essa ótica, é um excelente negócio. Já no Brasil a participação do Google+ na audiência é muito pequena: apenas 1,17%. Para se ter uma idéia do tamanho do mercado brasileiro: o próprio Orkut tem 12,42% dessa audiência. O Facebook consolida a preferência nacional com 55,5% das visitas. Mesmo assim o Google + foi a rede social que mais cresceu no último ano no Brasil, com aumento de 5000% em porcentagem de visitas entre Julho de 2011 e Julho de 2012.

O fator que não podemos relevar é a presença do Google em ferramentas como YouTube, Google Maps, Gmail e etc. É praticamente uma máquina de engajamento social. E temos que olhar a para a história e entender que ninguém é absoluto, ainda mais na Internet. O Facebook se tornou grande demais, qualquer intervenção na usabilidade e na ferramenta vai depender de muita habilidade estratégica, é basicamente manobrar um transatlântico em curso. Leva tempo e precisa constantemente absorver outras ferramentas para ter agilidade (leia-se Instagram). Particularmente acho que o Google+ não é uma Cidade Fantasma como dizem, e sim um Gigante Adormecido. O Google+ tem uma vantagem competitiva em relação ao Facebook: o elemento surpresa. O elemento surpresa, seja em qualquer estratégia de concorrência, é sempre favorável do ponto de vista de quem ataca.

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