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O abandono da lei do equilíbrio
Por Benedicto Ismael C. Dutra

19 de Abril de 2013

Atualmente estamos submetidos aos desígnios do dinheiro, pois tudo depende dele.
Atualmente estamos submetidos aos desígnios do dinheiro, pois tudo depende dele. O dinheiro assumiu tamanha importância na vida das pessoas e das corporações, que se algo der errado no imediatismo de sua gestão, muitos inconvenientes poderão surgir. Desde 2008, há uma crise no ar. Vibrações estranhas são percebidas. Acontecimentos mais graves vão ocorrendo. O que o futuro nos reserva? Que o digam os europeus, que estão amargando uma estagnação e agora se veem enroscados na crise do Chipre. No Brasil ainda prevalece a improvisação, conseguimos uma volumosa safra de grãos, mas não conseguimos embarcá-la nos navios.

Os dirigentes europeus se reuníram em Bruxelas, na tentativa de encontrar meios para reativar a economia e gerar empregos. François Holland, presidente da França, afirmou que gerar empregos é a grande prioridade, sem perder de vista a redução dos gastos, pois quanto maior a austeridade, maior será o desemprego. Ângela Merkel, chanceler da Alemanha, mostrou sua preocupação com a falta de empregos para os jovens: "o dinheiro tem de chegar às pessoas para que os jovens consigam trabalho, e assim, possamos voltar a crescer".

Sempre o dinheiro e seus mistérios. Acabamos subordinados às trocas monetárias; nada se faz sem a sua participação. Sem ele, as pessoas sorriem pouco, perdem a gentileza. O dinheiro vai, mas necessitamos que ele vá e volte. E por que ele não volta? Porque foram montados mecanismos que o sugam. Agora se fazem necessários outros mecanismos que assegurem o seu retorno, pois caso contrário, as máquinas param, destruindo os empregos.

Tudo na vida tem de obedecer à lei do equilíbrio. Onde isso não existir, ou tiver sido rompido inadvertidamente, logo surgem as consequências. Disso o ser humano tinha pleno conhecimento no passado distante, mas a ganância se sobrepôs ao bom senso e a sábia lei do equilíbrio foi posta de lado. Assim começaram a surgir problemas, e a miséria se foi instalando no planeta onde apenas deveria existir progresso e felicidade.

Como foi possível que a ganância preponderasse sobre o bom senso? Demorou um período longo até que o ser humano silenciasse o eu interior, a sua intuição que quer se guiar em conformidade com as leis naturais, mas isso ia contra a cobiça e a ânsia de se sobressair e ser o dominador poderoso. As pessoas querem receber o máximo, retribuindo com o mínimo. O equilíbrio deve estar presente na vida individual, na família, nas cidades, no governo. Mas os pratos da balança foram desequilibrados.

Agora chegamos ao despropósito de propor que o governo afunde as mãos nos bolsos da população, taxando os depósitos bancários. Fato gerador do imposto: ter depositado dinheiro em conta bancária. O Chipre apresentou essa alternativa como forma de melhorar a arrecadação. "Até que se saneie o sistema bancário, não voltará o crédito e a economia continuará destruindo o emprego e gerando infelicidade", escreveu José Carlos Díez, da empresa Intermoney, para o jornal “El País”.

A vida não está fácil. Há pouca colheita leve e benéfica. As pessoas se revoltam, não querem reconhecer a atuação das Leis naturais. A situação só poderá melhorar, diante dos efeitos negativos que se multiplicam, se as pessoas se conscientizarem de que precisam mudar de sintonia, buscando despertar o eu interior e seguindo objetivos nobres e elevados; deixando de lado as coisas inferiores, desejando sempre o bem, tendo respeito e consideração pelo próximo como ser humano, e gratidão no coração pelo dom da vida e pela oportunidade de evoluir, material e espiritualmente. A melhora sempre é possível, dependendo da humildade e do respeito à natureza.


*Benedicto Ismael Camargo Dutra é graduado pela Faculdade de Economia e Administração da USP, associado ao Rotary Club São Paulo; realiza palestras sobre temas ligados à qualidade de vida. É coordenador dos sites www.vidaeaprendizado.com.br e www.library.com.br, e autor dos livros “Conversando com o homem sábio”, “Nola – o manuscrito que abalou o mundo”, O segredo de Darwin, e “2012...e depois?”. E-mail: bicdutra@library.com.br

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