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Uma Estrela no Time – The Mentalist
Por Robson Pires

03 de Março de 2012

Pra começar peço desculpas ao leitor pelo texto 5 minutos mais extenso nesta semana, afinal neste tempo é possível comer um bom pedaço de pizza, chupar um picolé, fazer um café , dar aquela cochiladinha antes de acordar, coisas difíceis de competir, mas vou tentar...
Pra começar peço desculpas ao leitor pelo texto 5 minutos mais extenso nesta semana, afinal neste tempo é possível comer um bom pedaço de pizza, chupar um picolé, fazer um café , dar aquela cochiladinha antes de acordar, coisas difíceis de competir, mas vou tentar...

Pra começar peço desculpas ao leitor pelo texto 5 minutos mais extenso nesta semana, afinal neste tempo é possível comer um bom pedaço de pizza, chupar um picolé, fazer um café , dar aquela cochiladinha antes de acordar, coisas difíceis de competir, mas vou tentar...

Escolhi para falarmos hoje um modelo de gestão encontrado na série americana The Mentalist, uma das campeãs de audiência da TV aberta dos Estados Unidos, já em quarta temporada, transmitida aqui no Brasil no Warner Channel. Em The Mentalist encontramos uma Equipe de investigação de homicídios da Califórnia, chefiada pela agente Teresa Lisbon , e que conta ainda com o asiático Cho, a ruiva Van Pelt, o fortão Rigsby e Ele a Estrela maior da turma Patrick Jane.

Jane, um consultor informal do Departamento tem talentos especiais : um enorme poder de observação, deduções rápidas e certeiras e até hipnose em alguns casos, dom este que usava até pouco tempo atrás como um vidente charlatão, até sua família ser assassinada por um Serial Killer para chamar sua atenção. A partir daí Patrick se junta ao Time do Bureau de Investigação.

Patrick, como dito, é por características pessoais, mimos e claro, méritos ( fecha quase que praticamente sozinho 80% dos casos ) a Estrela do Time, e assim age, as vezes com arrogância, prepotência e até desafiando e questionando quem não deveria, porem a todos seduz, controla e comanda informalmente. Por vezes chega a barreira tênue e invisível da ética, no entanto sem nunca ultrapassa-la.

O que me chama muito a atenção no modelo de gestão presente no seriado, é o modo de liderança da agente Teresa Lisbon a frente da equipe e por isso as perguntas no final da minha coluna da semana passada: “ uma estrela no time, controla-la ou abrir mão ? Ele atrapalha ou pode ajudar a fazer a diferença ? “

Lisbon, meu modelo de gestora hoje, a tudo percebe, e sem muito alarde permite a Patrick que comande , lidere. De perto supervisiona, redireciona, corrige o desvio, sutilmente molda a estrela a sua fôrma , desenvolvendo os pontos necessários. São nítidos no desenvolvimento da série, os aspectos de “ melhora “ de Jane, principalmente o espírito de equipe e a confiança nos pares.

Estes são os maiores méritos do bom gestor, identificar e desenvolver ESTRELAS no time, astros capazes de “fazerem a diferença “ nos resultados finais. Mas nem sempre é fácil , é necessário um ego controlado e a disposição por vezes de ficar a sombra e ver os pupilos brilharem.

Pegando o gancho de Débora Pires no comentário do texto da semana passada, afirmo sem medo de errar que Lisbon é claramente uma Líder , e não apenas uma Chefe pois aproveita ao máximo sua estrela sem deixa-la “ sair da linha “ ou ameaçar sua responsabilidade no comando.


* O Líder permite-se ter uma ou mais estrelas no time, O Chefe É A ESTRELA.
* O Líder mostra a cada um seu papel, O Chefe que colocar cada um em seu lugar.
* O Líder comanda, observa , assopra “ de longe “. O Chefe grita na orelha.
* O Líder empurra pra frente sutilmente. O Chefe dá rasteira.
* O Líder afaga na dor e puxa sutilmente pelo cangote no calor. O Chefe esbofeteia ... a mesa.
* O Líder percebe momentos antes. O Chefe não vê nem uma semana depois.
* O Líder faz sucessores. O Chefe faz sucedidos.
* O Líder tem um Time. O Chefe um bando.
*O Líder apóia. O Chefe descontrola.

Para finalizar as diferenças,

- O Líder pontualmente e raramente precisa vestir a capa do Chefe.
- O Chefe deve urgentemente e aí, costumeiramente, mutar-se com a pele do Líder.

Fica a lição final de Teresa Lisbon:
“ Contrate gente melhor que você, Vale a pena ! “

Na semana que vem um grande desafio , House M.D., o estilo de “Gestão” do Dr. Gregory House.

É sempre que o grande profissional de sua área, o bam bam bam, o sabe tudo, o talento nato, é o melhor gestor possível ?

Vimos nesta semana que é bom ao Líder ter uma ou mais estrelas no Time, mas e, - quando o Chefe é a Estrela ?????


Robson Pires
@robsonpi

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